segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Ativ.1.5 - Fichamento

FICHAMENTO


Nível de Ensino: Ensino Fundamental (8ª Série)
Nº de alunos: 30
Professoras: Eva Carmem Vieira de Carvalho e
Marineide Francisca de Moraes

Assunto: Produção de Texto

Material Utilizado: Aparelho de Som, Computadores (Word e Internet: Googledocs:http://www.google.com/google-d-s/intl/pt-BR/tour1.html ou Equitext:http://equitext.pgie.ufrgs.br/

Procedimentos:
1ª Etapa

· Apresentação do 1º Episódio do Programa Categorias Literárias, exibido pela Biblioteca Virtual dos Estudantes de Língua Portuguesa, com o conto “Felicidade Clandestina”, de Clarisse Lispector;
· Estimular as interpretações para promover e ampliar o debate, comentado sobre os personagens;
· Entregar cópias do trecho ouvido para os alunos, para que, com o texto em mãos, sejam provocados a trocarem as impressões;
· Desafiar os alunos, a criarem um desfecho para a história antes de ouvir a segunda parte do conto;

2ª Etapa

· Organizar os alunos em trios ou quartetos para produção de um texto colaborativo (desfecho);
· Os alunos devem fazer um planejamento do enredo, listando os principais tópicos que irão compor o texto;
· Os alunos deverão escolher uma das ferramentas e serem orientados no processo do cadastro, bem como incentivados o tempo todo a trocarem de papéis: escritores, revisores e leitores, usando os corretores dos próprios processadores de texto e pesquisar em dicionários ou livros sobre gramática os casos sobre os quais tiverem dúvidas.


Resultados:

O aluno desenvolveu habilidades de leitura, interpretação, reflexão e expressão escrita e oral.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Ativ.2.6 - Planejamento

Atividade 2.6

PLANEJAMENTO


DISCIPLINA: Língua Portuguesa
Público alvo: 1º ano – Ensino médio

OBJETIVOS:

- Levá-los a entender o que é blog e o seu uso;
- Desenvolver a habilidade de gerenciar informação.
- Desenvolver a habilidade de transformar informação em conhecimento.
- Evitar o trabalho redobrado do docente. Uma vez publicado, basta atualizá-lo.

ATIVIDADES:

- Cada aluno deverá abrir o seu blog;
- Pesquisar no google sobre o tema “gripe suína”;
- Postar no blog o conteúdo pesquisado com alguns links que direcionem para outras informações.

RECURSOS UTILIZADOS:

- Internet – pesquisa no google;

COMPETÊNCIAS:

Os alunos já têm habilidades e algumas noções de pesquisa na internet;


AVALIAÇÃO:

A avaliação será no momento das atividades, as quais serão desenvolvidas no computador. O aluno será avaliado individualidade observando o interesse de cada um diante do computador.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Atividade 2.2

O hipertexto nos remete a um texto em formato digital, ao qual agrega-se outros conjuntos de informações, cujo o acesso se dá através dos hiperlinks, ou links, que tem a função de interconectar os diversos conjuntos de informação.
Ao navegar pela página da Wikipédia, utilizei vários links disponibilizados nos textos, verifiquei a facilidades de obter mais informações com agilidade sobre o texto lido e, em seguida retornar ao tema principal.
O Hipertexto poderá ser mais uma ferramenta importante utilizada para trabalhar com alunos, para diferentes disciplinas no processo ensino aprendizagem de formas variadas.

Atividade 2.3

Abuso sexual de menor
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
O abuso sexual de menores corresponde a qualquer ato sexual abusivo praticado contra uma criança ou adolescente. É uma forma de abuso infantil. Embora geralmente o abusador seja uma pessoa adulta, pode acontecer também de um adolescente abusar sexualmente de uma criança.
Num sentido estrito, o termo "abuso sexual" corresponde ao ato sexual obtido por meio de violência, coação irresistível, chantagem, ou como resultado de alguma condição debilitante ou que prejudique razoavelmente a consciência e o discernimento, tal como o estado de sono, de excessiva sonolência ou torpeza, ou o uso bebidas alcoólicas e/ou de outras drogas, anestesia, hipnose, etc. No caso de sexo com crianças pré-púberes ou com adolescentes abaixo da idade de consentimento (a qual varia conforme a legislação de cada país), o abuso sexual é legalmente presumido, independentemente se houve ou não violência real.
Num sentido mais amplo, embora de menor exatidão, o termo "abuso sexual de menores" pode designar, também, qualquer forma de exploração sexual de crianças e adolescentes, incluindo o incentivo à prostituição, a escravidão sexual, a migração forçada para fins sexuais, o turismo sexual, o rufianismo e a pornografia infantil.
Formas de abuso
Existem duas formas de abuso sexual que os adultos podem praticar contra as crianças e os adolescentes: com contato físico ou sem contato físico. Nos dois casos, o adulto abusa do jovem para conseguir algum tipo de prazer ou satisfação interior.
Com contato físico
Violência sexual: forçar relações sexuais, usando violência física ou fazendo ameaças verbais.
Exploração sexual de menores: pedir ou obrigar a criança ou o jovem a participar de atos sexuais em troca de dinheiro ou outra forma de pagamento.
Sem contato físico
Assédio: falar sobre sexo de forma exageradamente vulgar.
Exibicionismo (ato obsceno): mostrar as partes sexuais com intenção erótica.
Constrangimento: ficar de longe observando jovens ou crianças sem roupa ou ficar olhando de maneira intimidatória.
Pornografia infantil: tirar fotos ou filmar poses pornográficas ou de sexo explícito.
Consequências
As consequências de uma violência sexual praticada contra crianças e adolescentes podem ser físicas, psicológicas ou de comportamento, todas igualmente prejudiciais para quem sofre a violência.
Físicas
Dor constante na vagina ou no ânus.
Corrimento vaginal.
Inflamações e hemorragias.
Gravidez precoce, colocando em risco a vida da criança ou adolescente.
Doenças sexualmente transmissíveis, como AIDS, hepatite B, etc.
Psicológicas
Sentimento de culpa
Sentimento de isolamento de ser diferente.
Sentimento de estar "marcado" para o resto da vida.
Depressão.
Falta de amor próprio (baixa auto-estima).
Medo indefinido permanente.
Tentativa de suicídio.
Medo de sair na rua.
Comportamento
Dificuldade de expressar o sentimento de raiva.
Queda no rendimento escolar
Atitudes autodestrutivas: uso excessivo de álcool, de drogas, etc.
Aumento do grau de provocação erótica.
Tendência ao abuso das relações sexuais.
Regressão da linguagem e do comportamento.
Agressividade contra a família.
Quanto maior é o tempo em que o jovem fica calado, maiores são as consequências negativas.
Pessoas que cometem violência sexual
Na maioria das vezes que acontece um abuso sexual, o abusador é uma pessoa que a criança confia, conhece e muitas vezes ama. Existe uma tendência das pessoas acharem que o molestador se enquadra na descrição de alguém que sofre de distúrbios psicológicos (será pedófilo somente se possuir uma preferência sexual por crianças pré-púberes), um psicótico portanto, ou então num homossexual em geral; nada mais enganoso. Pesquisas demostram que o perfil da grande maioria dos abusadores são homens heterossexuais e as vítimas são meninas. Segundo AZEVEDO e GUERRA (2000) os agressores sexuais de crianças e adolescentes que sofrem distúrbios psiquiátricos são uma minoria. São pessoas aparentemente "normais", com laços estreitos com a vítima. Pode ser uma pessoa da família, como pai, padrasto, avô, primos, tios, alguém conhecido e supostamente de confiança, como vizinhos, amigos dos pais, ou mesmo alguém com estatuto de confiança social (educadores, padres, pastores, etc.)
Ainda em relação ao perfil do abusador, é interessante citar dados coletados na ong brasileira CECOVI (www.cecovi.org.br):
Segundo análise feita em 1.169 casos de violência doméstica atendidos no SOS Criança da ABRAPIA, entre janeiro de 1998 e junho de 1999, foram diagnosticados: 65% de violência física, 51% de violência psicológica, 49% de casos de negligência e 13% de abuso sexual. Em 93,5% dos casos os agressores eram parentes da vítima (52% - mãe, 27% - pai, 8% -padrasto/madrasta, 13% - outros parentes) e em 6,5% os abusadores não são parentes (3% - vizinhos, 2% - babás e outros responsáveis, 1,5% - instituições.
Dos 13% de casos envolvendo abuso sexual a pesquisa demonstrou que: a) A idade da vítima: 2 a 5 anos - 49%, 6 a 10 anos - 33% b) 80% das vítimas tinham sexo feminino c) 90% dos agressores eram do sexo masculino
O adulto que comete violência sexual sempre pede para a criança guardar segredo sobre o que aconteceu usando diversas formas de pressão. É muito comum a criança se sentir culpada e até merecedora da violência em si, haja visto ela não ter estrutura mental suficiente para explicar tal ato cometido contra si. Aliado ao sentimento de culpa, a pressão psicológica exercida pelo perpetrador, o próprio laço de afeição entre estes (não se esqueçam que normalmente o abuso ocorre entre familiares).
Professora: Marineide Moraes.